Por anos, as organizações viam o bibliotecário de DAM como o responsável por manter o repositório organizado. O bibliotecário gerenciava metadados, mantinha estruturas de pastas, definia padrões de tagueamento, dava suporte aos usuários e ajudava as equipes a encontrar ativos.
Essas responsabilidades ainda importam.
Como Consultora Principal de Negócios da Adobe, trabalho com organizações que estão modernizando suas cadeias de suprimento de conteúdo, e estou observando algo interessante. O bibliotecário de DAM não está desaparecendo. O papel está se expandindo.
Os problemas que as organizações tentam resolver hoje têm muito pouco a ver com o gerenciamento de arquivos. O que elas buscam é responder perguntas como:
- Por que o conteúdo demora tanto para chegar ao mercado?
- Por que as equipes não conseguem encontrar ativos aprovados?
- Por que estamos recriando conteúdo que já existe?
- Por que a pesquisa gera resultados inconsistentes?
- Por que nossas ferramentas de planejamento, as de fluxo de trabalho e as plataformas de DAM não funcionam de forma integrada?
Essas não são perguntas sobre DAM.
São perguntas sobre cadeia de suprimento de conteúdo.
E resolvê-las exige um tipo diferente de liderança.