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VÍDEO
Como os agentes de IA estão redefinindo o papel do CMO.
A CMO da Lenovo, Emily Ketchen, afirma que as marcas precisam ser descobertas pelos agentes de IA primeiro, mas cabe a cada CMO inspirar a equipe a trazer emoção e storytelling que só as pessoas conseguem oferecer. Assista à perspectiva completa dela.
Principais destaques
- As marcas importam mais do que nunca, especialmente ao fazer marketing para agentes de IA.
- À medida que a IA assume mais responsabilidades, o papel do CMO também cresce.
- A IA amplia a colaboração e serve como tela para a criatividade no marketing.
Transcrição do vídeo
A marca importa mais do que nunca. Hoje, os clientes chegam cercados por LLMs e metodologias de busca completamente diferentes das que existiam antes. As marcas precisam se destacar num universo de agentes. Estamos vivendo uma virada: agora fazemos marketing para agentes. Por isso, acredito que quem decifrar como ser descoberto da melhor forma nesse cenário será quem terá mais sucesso no futuro.
Quando penso no papel do Chief Marketing Officer hoje, vejo que somos responsáveis por inspirar as equipes a abraçar tecnologias totalmente novas e dar vida ao que elas significam para os clientes. O papel está em constante transformação. De vez em quando, os CMOs precisam ser lembrados de que o verdadeiro trabalho é o de um chief growth officer. Quando penso em colaboração, ela é fundamental para um bom trabalho. Mas o que mais impacta a mudança na colaboração é a velocidade. Quem colabora melhor é quem terá as melhores oportunidades no futuro.
Ao mesmo tempo, a IA não pode substituir a humanidade. Não pode substituir criatividade, emoção, amor, todos os ingredientes essenciais para o storytelling. Mas ela pode ser uma tela de inspiração nessas áreas. E é aí que esses dois mundos se encontram e mostram ser muito, muito promissores para as marcas que sabem usá-la e abraçá-la de verdade.
Quando penso no papel do Chief Marketing Officer hoje, vejo que somos responsáveis por inspirar as equipes a abraçar tecnologias totalmente novas e dar vida ao que elas significam para os clientes. O papel está em constante transformação. De vez em quando, os CMOs precisam ser lembrados de que o verdadeiro trabalho é o de um chief growth officer. Quando penso em colaboração, ela é fundamental para um bom trabalho. Mas o que mais impacta a mudança na colaboração é a velocidade. Quem colabora melhor é quem terá as melhores oportunidades no futuro.
Ao mesmo tempo, a IA não pode substituir a humanidade. Não pode substituir criatividade, emoção, amor, todos os ingredientes essenciais para o storytelling. Mas ela pode ser uma tela de inspiração nessas áreas. E é aí que esses dois mundos se encontram e mostram ser muito, muito promissores para as marcas que sabem usá-la e abraçá-la de verdade.